quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Frankfurt, Alemanha

Em Frankfurt vi vários contrastes = mix de arquitetura nova e antiga, mix de turistas e profissionais engravatados, mix de arranha-céus e natureza, mix de diferentes nacionalidades!
 
É a quinta maior cidade da Alemanha e o maior centro financeiro da Europa, abrigando nada menos que a sede do Banco Central Europeu, a Bolsa de Valores de Frankfurt e milhares de outras instituições financeiras. 

Daí vem o seu apelido “Mainhattan” – associando Manhattan + rio Main que passa por Frankfurt.


 
 
 
 
 
  

Dizem que a cidade foi de certa forma “poupada” durante a segunda guerra mundial. Explico: Frankfurt era uma das menos favoritas de Hitler e portanto foi uma das últimas cidades alemãs a receber solicitação para mandar os sinos de suas igrejas para serem convertidas em material para a industria bélica, por isso puderam manter parte do seu patrimônio histórico. Independente disso, foi severamente bombardeada durante a guerra e se reergueu de forma impressionante depois.

O aeroporto internacional de Frankfurt é o terceiro maior da Europa em volume de passageiros, depois de Londres Heathrow e Paris Charles de Gaulle. Muitas pessoas fazem apenas conexão em Frankfurt e aproveitam as horas entre voos pra conhecer um pouco da cidade. Mas eu realmente recomendo que você fique mais, pois a cidade tem muito a oferecer.

Como chegar: Para ir do aeroporto até o centro da cidade você pode pegar um táxi, o ônibus n.º 61 ou o trem linhas  S8 ou S9 cujo trajeto dura cerca de 15 min.


Hospedagem: Fiquei no NH Frankfurt Messe, que é uma rede de hotéis que eu gosto bastante. Os quartos são padronizados então você sempre sabe o que esperar, não importa onde esteja. Bem localizados e preço acessível.
 
Esta unidade em particular foi nota 10. Localizado na frente de uma estação de metrô e numa área muito boa, próxima ao Messe (um dos maiores centros de exibição do mundo). Quando fui não estava rolando nenhum evento, portanto o bairro estava bem tranquilo.

NH Frankfurt Messe
Endereco = Friedrich-Ebert-Anlage 38, 60325 Frankfurt am Main






Dia 1 (Sábado): Fui andando do hotel até a Alte Oper...
- subi na Main Tower...
– parei numa feira de rua que estava rolando (provei o vinho de maçã e não gostei muito)
 – olhei umas lojinhas pra compensar a frustração com o vinho...
 - passei na frente da Eurotower e da Nova Opera...
– segui caminhado até a  Bolsa de Valores...
– acabei o dia na rua de compras Zeil (que estava tão cheia quanto a Rua 25 de Março antes do Natal) 
Dia 2 (Domingo): Fiz um walking-tour em grupo com um guia super simpático. O tour começa na praça “Römer” e de lá fomos caminhando e vendo os seguintes pontos turísticos:
  • Catedral de São Bartolomeu
  • Igreja de Saint Paul
  • Igreja de St. Catherine's
  • Hauptwache
  • Estação Central de Trem
  • Distrito dos bancos
  • Goethe Haus
  • Museu Jundengasse e o memorial as vítimas do Holocausto.  
Day trips: quem tiver mais tempo, pode ir até Heidelberg (55 min de trem IC), Cologne (1h de trem ICE)  ou Mainz (45 min de trem S8).

Restaurantes: Dois lugares que gostei bastante foram (1) o café/restaurante que tem no pé da Eschenheimer Turm (torre de 47m feita em 1428), onde fiz uma pausa pra um almoço rápido:

E (2) o Bier Garten da (cerveja) Paulaner que tem atras da Igreja de São Bartolomeu, onde comi o pretzel mais fofo do mundo:
Feiras e Exibições: Assim como São Paulo, também recebe muitos turistas de negócios e visitantes de feiras e eventos, segmento que movimenta a economia de todo o país. Entre os mais famosos estão o Frankfurt Motor Show e a Feira do Livro.
Segurança: Dizem que Frankfurt tem a maior taxa de criminalidade da Alemanha, mas isso se deve a furtos que acontecem no aeroporto (fique atento) e aos crimes de fraude de cartão de crédito que acontecem por todo o país, já que que a empresa responsável está situada em Frankfurt. Por isso, não se assuste. Use a cautela de sempre e preste atenção aos seus pertences principalmente em áreas muito cheias de turistas ou próximas a estação central de trem.

Vi pessoas pedindo dinheiro no farol, o que me pareceu muito estranho pra uma cidade da Europa. Mas não me senti ameaçada em nenhum momento.

Mais detalhes, no site de turismo